sexta-feira, 15 de outubro de 2010
dia do professor
Ser professor é apostar no humano
É ser um catador de sonhos
É ser político no sentido mais amplo e mais forte da palavra
É ser “raposa” para captar o que está por trás dos discursos sobre sua profissão
É ser “leão” para não se acovardar diante da exploração
É imprimir marcas
É cultivar vidas
É ser comprometido com o saber que emancipa, liberta e constrói autonomia
Parabéns pela profissão!!
Ângela Albino
sábado, 5 de junho de 2010
27 pessoas que você precisa conhecer nas Redes Sociais revista época
Conhecer o maior número de países e fazer amigos no mundo inteiro. A frase aparece como “a missão” do paulistano Marcelo Kabbach, de 25 anos, no site Couchsurfing (surfando no sofá). A rede social foi criada em janeiro de 2004 para ligar pessoas que pretendem viajar pelo mundo a gente disposta a oferecer um abrigo passageiro. Que seja “um sofá”, como o próprio nome do serviço diz. Pelo site, Kabbach, analista financeiro de uma multinacional de transportes e energia, já ficou em casa de amigos virtuais em mais de uma dezena de países na Europa, América do Norte, Ásia e Oceania. Hoje vive em Oslo, na Noruega. Em seu perfil no Couchsurfing, ele tem quase 40 depoimentos referendando o status de bom companheiro de estada. Magdalena Kwiatkowska, de Varsóvia, na Polônia, comentou que Kabbach “é uma pessoa muito extrovertida e atrai amizades”. Catarina Lemos, de Porto, em Portugal, diz que “é um cara engraçado e, ao mesmo tempo, um cavalheiro”. Mensagens similares aparecem de pessoas dos Estados Unidos, da Estônia, Rússia, Alemanha e Suécia. Seu currículo virtual invejável foi quase todo construído por homens e mulheres que Kabbach jamais teria conhecido se não fosse a internet. O Couchsurfing hoje tem quase 2 milhões de usuários ativos, em 238 países. E o sofá de Kabbach, em Oslo, está disponível.
As viagens e o sofá de Kabbach mostram como as redes sociais alteraram a forma de as pessoas se relacionarem. E como essas formas de informação e associação estão permitindo que cidadãos se juntem e somem esforços para realizar façanhas que não fariam de outra forma. As redes sociais dão poder. Permitem que se criem comunidades em torno de interesses e se reúnam grupos de pressão tão poderosos quanto empresas, ONGs, partidos ou agremiações tradicionais. Para dar uma ideia, selecionamos 27 pessoas que estão transformando o mundo com suas conexões virtuais. São artistas, pensadores, ativistas ou gente que apenas busca apoio para atos prosaicos, como trocar figurinhas do álbum da Copa. Esse poder de associação pode levar a criações lúdicas, como canais de artistas no YouTube. Ou a movimentos contundentes, como os protestos contra as eleições no Irã, de junho passado. Que, infelizmente, culminaram com a perseguição dos manifestantes a partir dos rastros que deixaram na própria internet. Nossa nova organização social tem esses dois lados. Mas, nos próximos anos, participar dessas redes tende a ser tão natural quanto a própria vida em sociedade.
Quando a internet comercial nasceu, em meados dos anos 90, muitos já faziam a comparação com outras invenções consideradas “tecnologias de ruptura”, aquelas que alteram o funcionamento da sociedade. O que não se sabia é que em tão pouco tempo, cerca de uma década, veríamos o nascimento de mais uma. “A geração pós-prensa de Gutenberg não sabia como era possível viver sem os livros impressos”, afirma Marc Smith, sociólogo que mantém o projeto Connected Action Consulting Group. “Foi assim com as gerações que vieram depois da eletricidade, do rádio, da televisão, da internet. E será assim com as redes sociais.” Smith conta uma conversa que teve com sua filha mais nova, de 9 anos. Ele dizia a ela que, quando pequeno, não tinha muitas opções de canais na televisão. E que os desenhos animados passavam num período curto, logo depois que ele chegava da escola. Sua filha então respondeu, sem titubear: “Bom. Mas, na hora em que o desenho terminava, você podia continuar vendo outras coisas no YouTube”. Smith teve de gastar um bocado de tempo explicando para a filha como seria uma sociedade “pré-youtubiana”. Tarefa árdua mesmo para um sociólogo.
A ingenuidade da filha de Smith contrasta com outra realidade. As crianças e os adolescentes de hoje têm um nível de conhecimento maior do que a geração anterior. E não estamos falando dos anos 70 ou 80. A diferença se dá já entre a “geração da internet”, nascida no início dos anos 90, e a “geração das redes sociais”, pós-ano 2000. A primeira acumulava uma série de conhecimentos trazidos por programas de comunicação como o e-mail e o chat. Com as redes sociais, esse emaranhado de informações se organizou em grupos de interesse comuns e comunidades. A americana Christine Herron, sócia de uma empresa de capital de risco em tecnologia, diz que a transparência da sociedade de hoje está nos fazendo voltar a ter hábitos similares ao de um pequeno vilarejo de 50 anos atrás. Um lugar em que todos os vizinhos se conhecem. “Não há muita separação entre sua vida pública e privada.”
Estamos apenas nos primeiros passos de um novo contexto social. Para Marc Smith, estamos numa fase parecida com a do começo da revolução industrial, quando surgiram as primeiras máquinas que aumentaram o volume de produção e alteraram a lógica comercial. Pouco mais de um século depois, vivemos num mundo cercado por tecnologia, com computadores com poder de processamento próximo ao de um cérebro humano, fibra óptica para transmissão de dados, prédios de escritório automatizados etc. O futuro próximo, no entanto, será dos celulares. “Os celulares inteligentes de hoje, que estão na mão de poucas pessoas, serão os aparelhos burros dentro de cinco anos, na mão de bilhões de pessoas”, afirma Smith. O que nos leva a entender o frisson em cima de serviços como o Foursquare, rede social baseada na localização do usuário pelo GPS do aparelho, que tem hoje apenas 175 mil usuários no Brasil. Além de dizer o que você está fazendo, o Foursquare diz onde você está. Dá para saber quais amigos seus estão em um bar próximo, quais as opiniões dos hóspedes que já passaram naquele hotel ou ainda disputar numa espécie de jogo on-line para saber quem é o cliente mais assíduo de uma loja qualquer. “Em breve, estaremos andando na rua e nossos celulares, sozinhos, identificarão quem naquele perímetro pode ter algum tipo de relacionamento comigo”, diz Smith. “Você vai apontar para um transeunte e o celular lhe dirá quem ele é, com quais amigos se relaciona e suas preferências pessoais. Aí você decidirá se o aborda ou não.” No mundo virtual, já nos sentimos mais à vontade para adicionar e nos relacionar com pessoas estranhas. Será que um dia faremos isso no mundo real?
Jovens de talento que foram revelados pelas redes sociais e agora fazem sucesso também nas mídias tradicionais
| Joe Penna Músico O brasileiro Joe Penna, de 22 anos, é um dos artistas nacionais de maior sucesso no mundo. Conhecido como MysteryGuitarMan, nome de seu canal do YouTube, ele mistura música com uma edição frenética de imagens. Em seu último trabalho, Penna criou um aplicativo no Facebook para receber fotos de seus fãs. Foram mais de 7 mil imagens recebidas, que se transformaram num vídeo em homenagem aos espectadores. Seus vídeos somam 70 milhões de visualizações. A fama o transformou num garoto-propaganda de grandes empresas, e sua receita mensal com anúncios do Google supera os US$ 10 mil. Penna mudou-se para os Estados Unidos aos 12 anos. “Uma vez, minha mãe me pôs de castigo e me proibiu de ir ao cinema com meus amigos”, diz. “Como não tinha nada para fazer, comecei a brincar com um programa de edição de vídeos e acabei tomando gosto.” O sucesso no YouTube lhe rendeu um contrato para dirigir seus dois primeiros filmes em uma grande produtora mundial. |
| Esmir Filho Cineasta O filme Os famosos e os duendes da morte revelou o diretor Esmir Filho como uma das promessas do cinema brasileiro. O cineasta já mostrava seu talento no curta-metragem Tapa na pantera, protagonizado por uma idosa viciada em maconha. Foi um dos primeiros hits brasileiros no YouTube. Esmir continua a usar o Youtube para divulgar seu trabalho. Possui perfis no Facebook e no Twitter, onde interage com internautas que admiram seu trabalho | |
| Bret e Jamaine Humoristas Os neozelandeses do Flight of the Conchords faziam shows ao estilo banquinho e violão, com músicas folk acompanhadas de letras hilárias. Seus vídeos começaram a fazer sucesso no YouTube e aos poucos eles foram aparecendo em programas de TV, chegando até a ganhar uma série no canal HBO. São centenas de vídeos na internet, página oficial no Facebook. Pelo Twitter, eles dão informações sobre shows e novas músicas. | |
| Tulipa Ruiz Cantora “É como se eu tivesse uma caixa de sugestões no meio da Avenida Paulista, onde as pessoas depositam bilhetinhos. Eu posso responder a qualquer um sobre qualquer assunto.” É assim que Tulipa Ruiz, um dos nomes mais promissores da nova MPB, define as redes sociais. A decisão de virar cantora veio há um ano, depois do sucesso de suas músicas no MySpace. “Estou começando a sentir o que é fã, o que é retorno instantâneo”, diz. | |
| PC Siqueira Vlogueiro e quadrinista O jovem PC Siqueira conquistou milhões de fãs em apenas quatro meses de existência do canal Mas Poxa Vida, no YouTube. O jeito nerd, os óculos de aro grosso e o estrabismo nada discreto atraem mais de 200 mil visitantes por dia ao seu vlog (blog pessoal em formato de vídeo). PC faz uma crônica urbana de suas caminhadas por São Paulo e alterna o conservador com o progressista em assuntos polêmicos, como drogas e homossexualidade. |
domingo, 30 de maio de 2010
UFPB e UAB realizam simpósio em João Pessoa sobre educação a distância
30/05/2010 11:09Da Redação
A Universidade Federal da Paraíba e a Universidade Aberta do Brasil vão sediar nos dias 15 e 16 de outubro o 1º Simpósio sobre Formação Docente e Tecnologias do Conhecimento, que tem como tema Os Desafios da Educação a Distância.
O evento pretende propiciar a criação de um espaço de debate acadêmico-científico no qual estudantes, professores-pesquisadores, professores-formadores, professores-mediadores e demais alunos de graduação, pós-graduação e profissionais da educação e tecnologia possam reunir-se para apresentarem e divulgarem seus estudos e pesquisas.
Os interessados em apresentar trabalhos acadêmicos ou participar das mesas redondas e oficinas podem se inscrever até o dia 10 de agosto pelo site http://www.simposiopedagogia.ead.ufpb.br/.
Informações e dúvidas podem ser esclarecidas na Coordenação do Curso de Pedagogia a Distância, que fica localizada no Centro de Educação, Cidade Universitária, Campus I, Castelo Branco. O telefone (83) 3216-7713 e email simposiopedagogiaead2010@gmail.com estão disponíveis para quem quiser tirar dúvidas sobre o evento.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
seminário
Seminário gratuito sobre mídias digitais atualiza estudantes e profissionais
21/04/2010 16:01Karoline Zilah
Os setores de comunicação e tecnologia na Paraíba terão acesso a um dia dedicado a estes dois grandes polos que fazem toda a diferença na era digital. É que a Rede Paraíba de Comunicação, em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Globo Universidade, promove no dia 4 de maio, em João Pessoa, o seminário Mídias Digitais: Tendências e Desafios da Nova Era da Comunicação.
No evento, serão discutidas as novidades que o Brasil vive em termos de plataformas digitais, tendo como principal foco a interatividade e as relações que podem ser estabelecidas entre as diversas mídias. O objetivo é abrir um espaço para atualizar os conhecimentos de estudantes, empresas de comunicação, profissionais da área e pessoas ligadas à tecnologia.
“O seminário vai falar sobre as mudanças e as tendências que surgiram com a chegada da TV digital, além da consolidação e força da internet enquanto mídia de comunicação mundial”, explicou a editora-chefe do portal de notícias Paraíba1, Tatiana Ramos.
As inscrições para o seminário são gratuitas e acontecem nesta quinta-feira (22), a partir do meio-dia, até a próxima segunda-feira (26), através do Paraíba1 (www.paraiba1.com.br). O evento acontece no Hotel Tambaú.
Entre os palestrantes, estão confirmadas as presenças de quatro profissionais especializados no assunto. Confira a relação das palestras programadas:
Renato Franzini – editor executivo do G1
Tema: “Jornalismo online: o portal de notícias G1”
Guido Lemos - Laboratório de Aplicações de Vídeo Digital (Lavid-UFPB)
Tema: “TV digital e interatividade no Brasil”
Carlos Ferraz - Centro de Estudos Avançados do Recife (Cesar)
Tema: “TV Digital e convergência”
Emanuel Castro – diretor de novas mídias da Central Globo de Esportes
Tema: “Articulações da mídia em termo de convergência”
sábado, 27 de março de 2010
Dia sem tecnologia
Organização sugere ‘Dia Sem Tecnologia’ neste sábado
Pratical Action sugere 24h sem computador, celular e outros aparelhos.
Objetivo é sensibilizar sobre situação de quem não tem acesso.
A Practical Action, organização que utiliza tecnologias simples e inovadoras para combater a pobreza em diferentes países do mundo, convida os usuários de computadores, videogames e outros aparelhos eletrônicos a passarem 24 horas com seus equipamentos desligados.
O ‘Dia Sem Tecnologia’ (No Tech Day), marcado para este sábado, tem como objetivo sensibilizar essas pessoas para a situação que quem vive em países em desenvolvimento, sem o mesmo acesso à tecnologia e produção de energia.
Instituição sugere passar um dia sem aparelhos como rádio, CD player e televisão. (Foto: Reprodução)
No site da iniciativa, os interessados são convidados a participar e contar suas experiências em blogs, vídeos, quadrinhos, fotos ou qualquer outra forma criativa. As melhores são postadas no blog do projeto.
A organização criou páginas no Facebook e no Twitter para divulgar a campanha. Há ainda uma votação para escolher o maior viciado em tecnologia, a partir de sugestões de internautas. O mais votado vai ganhar um iPad.
quarta-feira, 17 de março de 2010
site sobre ética e tecnologia
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
De volta ao trabalho...
Pensar a educação no plano da coletividade em tempos de globalização, desintegração e desprofissionalização docente.
A escola continua pensando apenas o presente e a rotina, embora complexa, pesa sobre os docentes.
A cada dia percebo quão necessário é recuperar o estatuto profissional docente. Tornar a ação educativa intencionalizada, pensada, sistematizada!!
Não abro mão do meu fazer específico e luto para que seja reconhecido em sua importância!
É isso aí! Vamos construir camihos e partilhar saberes mais uma vez. Bem vindo 2010!