sábado, 26 de novembro de 2011


Lançamento do livro de Ângela Albino no V Colóquio Internacional de Políticas e Práticas Curriculares
Quem quiser adquirir um exemplar entrar em contato pelo e-mail: angela.educ@gmail.com
valor: R$25,00 e 30,00 com frete para qualquer lugar do Brasil
O livro é apresentado pela professora Ilma Passos de Alencastro Veiga e traz uma análise significativa acerca do discurso docente sobre o projeto político-pedagógico, além de algumas sugestões de roteiros para construir o projeto político-pedagógico de sua escola.
Vale a pena conferir!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
V colóquio de curriculo - jp
O V colóquio de Currículo foi muito bom pra aquecer o debate em torno do conhecimento corporificado na escola. Michel Apple foi 10!
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Plano Nacional De Educação para mural escolar
Leia abaixo todas as metas do Plano Nacional de Educação, que, segundo Fernando Haddad, “devem ser divulgadas em locais públicos” para que cada cidadão possa acompanhar – e cobrar – a boa execução do PNE 2011-2020.
Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.
Meta 2: Criar mecanismos para o acompanhamento individual de cada estudante do ensino fundamental.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os 8 anos de idade.
Meta 6: Oferecer Educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica.
Meta 7: Atingir as médias nacionais para o Ideb já previstas no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE)
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à Educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
Meta 11: Duplicar as matrículas da Educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13: Elevar a qualidade da Educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de Educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores.
Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios, que todos os professores da Educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
Meta 16: Formar 50% dos professores da Educação básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de atuação.
Meta 17: Valorizar o magistério público da Educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.
Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a nomeação comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar.
Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em Educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.
Meta 2: Criar mecanismos para o acompanhamento individual de cada estudante do ensino fundamental.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os 8 anos de idade.
Meta 6: Oferecer Educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica.
Meta 7: Atingir as médias nacionais para o Ideb já previstas no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE)
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no país e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos na forma integrada à Educação profissional nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.
Meta 11: Duplicar as matrículas da Educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13: Elevar a qualidade da Educação superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de Educação superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores.
Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios, que todos os professores da Educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
Meta 16: Formar 50% dos professores da Educação básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de atuação.
Meta 17: Valorizar o magistério público da Educação básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.
Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a nomeação comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar.
Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em Educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Afonso Scocuglia novo secretário de Educaçao do Estado da PB
Saiu ontem a notícia indicando o professor Afonso Scocuglia como novo secretário de Educação do nosso Estado. Fiquei satisfeita, embora não tenha tido tempo de ver o trabalho de Abath.
O professor Afonso Scocuglia, do qual fui aluna, foi exemplo de compromisso e postura ética e dialógica nos moldes freireanos durante a ministração de suas aulas. Uma personalidade exigente e sensível, capaz de captar o que realmente importa nos processos de educação. Acredito que saberá enfrentar os grandes desafios da Educação de nosso Estado. O princípio básico de sua gestão deve ser o de criar condições e projetos permanentes, uma vez que a educação não se altera qualitativamente em apenas um momento político.
O Estado atualmente apresenta um índice vergonhoso em termos de alfabetização. São muitos jovens e adultos analfabetos e sem oportunidade. As escolas públicas com seus quadros compostos por um grande número de professores temporários que vivem “passando uma chuva” nas escolas e dificilmente se empenham em desenvolver um projeto pedagógico identitário e emancipador.
Aqui fica a torcida e o meu compromisso político com esse Estado que tem potencial, mas precisa ter um olho bem vivo nos processos e políticas educativas necessários ao seu crescimento.
Firmeza sempre ao novo secretário!
Ângela Albino
O professor Afonso Scocuglia, do qual fui aluna, foi exemplo de compromisso e postura ética e dialógica nos moldes freireanos durante a ministração de suas aulas. Uma personalidade exigente e sensível, capaz de captar o que realmente importa nos processos de educação. Acredito que saberá enfrentar os grandes desafios da Educação de nosso Estado. O princípio básico de sua gestão deve ser o de criar condições e projetos permanentes, uma vez que a educação não se altera qualitativamente em apenas um momento político.
O Estado atualmente apresenta um índice vergonhoso em termos de alfabetização. São muitos jovens e adultos analfabetos e sem oportunidade. As escolas públicas com seus quadros compostos por um grande número de professores temporários que vivem “passando uma chuva” nas escolas e dificilmente se empenham em desenvolver um projeto pedagógico identitário e emancipador.
Aqui fica a torcida e o meu compromisso político com esse Estado que tem potencial, mas precisa ter um olho bem vivo nos processos e políticas educativas necessários ao seu crescimento.
Firmeza sempre ao novo secretário!
Ângela Albino
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sei não
Silêncio interior
dúvidas no ar
projeção
aflição
caminho para andar
expectativa
contemplação da vida que se gera
que flui
que desafia
que dar medo
Eis que desejo um ninho quente
de afago e poesia
aliviar a mente
Esperar ver o tempo correr já não dá
É hora de agir, levantar e recomeçar
Angela Albino
dúvidas no ar
projeção
aflição
caminho para andar
expectativa
contemplação da vida que se gera
que flui
que desafia
que dar medo
Eis que desejo um ninho quente
de afago e poesia
aliviar a mente
Esperar ver o tempo correr já não dá
É hora de agir, levantar e recomeçar
Angela Albino
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
SESI - Letramento digital 2010
Notícia
Postado às 11:24 do dia 21 de Outubro de 2010
SESI e UEPB promovem curso de Inclusão Digital
Gabriel Alves - Campina Grande/PB
O SESI e a Universidade Estadual da Paraíba estão promovendo desde o mês de agosto o curso Letramento e Inclusão Digital, voltado para jovens e adultos que desejam obter maiores conhecimentos na área de informática.
As aulas acontecem na Unidade 10 da Indústria do Conhecimento, localizada no Parque da Criança, em Campina Grande, e devem se estender até o início de dezembro. O curso é realizado todas as quintas-feiras, das 8h às 11h, e conta com a participação de 15 alunos.
As atividades têm como meta principal possibilitar maior informação sobre o computador e as várias possibilidades de uso no cotidiano das pessoas. Os participantes estão sendo incentivados para identificar o sentido, aplicabilidade e os meios concretos de utilizar as ferramentas computacionais em seu dia a dia.
Os professores convidados são alunos do curso de Computação da UEPB. Eles são habilitados para mediar relações pedagógicas com tecnologias, bem como programar softwares com vistas à aprendizagem significativa.
A coordenação do projeto é da professora Ângela Albino, docente da UEPB e professora da disciplina Práticas Pedagógicas na licenciatura de Computação. Para ela, fazer a parceria com o SESI foi importante porque a finalidade da Indústria do Conhecimento condiz aos objetivos da universidade, construindo junto às comunidades múltiplas alternativas de conhecimento e exercício da cidadania.
Informações pelo telefone: (83) 3337-7761.
Postado às 11:24 do dia 21 de Outubro de 2010
SESI e UEPB promovem curso de Inclusão Digital
Gabriel Alves - Campina Grande/PB
O SESI e a Universidade Estadual da Paraíba estão promovendo desde o mês de agosto o curso Letramento e Inclusão Digital, voltado para jovens e adultos que desejam obter maiores conhecimentos na área de informática.
As aulas acontecem na Unidade 10 da Indústria do Conhecimento, localizada no Parque da Criança, em Campina Grande, e devem se estender até o início de dezembro. O curso é realizado todas as quintas-feiras, das 8h às 11h, e conta com a participação de 15 alunos.
As atividades têm como meta principal possibilitar maior informação sobre o computador e as várias possibilidades de uso no cotidiano das pessoas. Os participantes estão sendo incentivados para identificar o sentido, aplicabilidade e os meios concretos de utilizar as ferramentas computacionais em seu dia a dia.
Os professores convidados são alunos do curso de Computação da UEPB. Eles são habilitados para mediar relações pedagógicas com tecnologias, bem como programar softwares com vistas à aprendizagem significativa.
A coordenação do projeto é da professora Ângela Albino, docente da UEPB e professora da disciplina Práticas Pedagógicas na licenciatura de Computação. Para ela, fazer a parceria com o SESI foi importante porque a finalidade da Indústria do Conhecimento condiz aos objetivos da universidade, construindo junto às comunidades múltiplas alternativas de conhecimento e exercício da cidadania.
Informações pelo telefone: (83) 3337-7761.
De volta...
Fazia tempo que não tirava férias. Como é bom poder parar tudo e pensar...pensar... respirar...
Estou feliz com as sementes plantadas em 2011. Vou iniciar o doutorado e vem um presente surpresa o DAVI pra alegrar a vida da nossa família.
É sempre tempo de começar e recomeçar!
Vamos lá gente hora de trabalhar, alterar, modificar, melhorar!
Estou feliz com as sementes plantadas em 2011. Vou iniciar o doutorado e vem um presente surpresa o DAVI pra alegrar a vida da nossa família.
É sempre tempo de começar e recomeçar!
Vamos lá gente hora de trabalhar, alterar, modificar, melhorar!
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